A vida é repleta de promessas não cumpridas, a rotina é um redemoinho que engole quem é distraído, quem tem a alma leve, quem olhas as nuvens passando.
Escrever era uma pressão, um tesão, uma compulsão que eu fui controlando, podando, desnutrindo até chegar ao ponto em que hoje estou; agora eu busco resgatar, como quem deixa uma plantinha morrer e depois rega em desespero, para tentar fazer florescer a todo custo.
Nunca é tarde para retomar, recomeçar. Eis aqui minha nova tentativa, escrever três vezes por semana, reescrever os antigos escritos daquela menina ingênua que escrevia com tanto afinco e fúria.
Virá, virão, eles virão.
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